Capítulo 14
Quarta-feira, 2 de dezembro de 2020
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Trata-se do material do livro “O futebol morreu” sobre a cobertura deste que vos escreve quando Diego Maradona morreu, em novembro de 2020.
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Aqui os links para os capítulos anteriores (para ler na ordem, caso queiram):
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Diego Armando Maradona foi um gênio do futebol. Houve outros, claro. Mas nenhum foi tão adorado pelo seu povo. Um amor que às vezes incomodou quem via de fora.
Chico Anysio, na “Escolinha do Professor Raimundo”, sempre interrompia seus “alunos” para dar as respostas certas. Não queria passar a impressão de que as piadas dos atores eram informações verdadeiras. Fazia isso ao se virar para o lado e olhar para a câmera. Em um dos episódios, no início do século, deu um jeito de encaixar comentário de que Maradona não poderia ser o maior jogador da história, já que não era sequer o maior futebolista argentino. E começou a citar craques antigos do país, como Di Stefano e Labruna.
O futebol sempre foi apenas um componente do que fez Diego ser Diego aos olhos dos seus compatriotas. Ser contraditório, irascível, terno, generoso, mesquinho, egoísta, magnânimo, genial, cantor, dançarino, intelectual e intransigente. Tudo em uma questão de minutos. Uma multidão encalacrada em uma só pessoa.
Talvez ele se encaixasse realmente na definição de Pedro Saborido sobre Chaplin, no sentido de ser um vagabundo no meio da festa do poder. Mas ele poderia ser também outro personagem dos filmes do ator e diretor. Aquele milionário que, quando estava bêbado, era o melhor amigo de Carlitos. Mas sóbrio, o tratava como se ele fosse ninguém. Diego tinha capacidade também ser assim e sem precisar da bebida que o escravizou no final dos seus dias.
Por Maradona ser Maradona, tornou-se o personagem mais fascinante da história do futebol para quem o via de longe, como um brasileiro, por exemplo. Para os argentinos, ele era o apelido que teve durante boa parte da carreira: deus.
“Jogar com ele era como se você estivesse comendo e, de repente, Deus se sentasse ao seu lado”, definiu Hector Enrique.
Encostado na mureta fora do aeroporto de Ezeiza, próximo a um food truck, que na verdade vendia cerveja, então deveria ser beer truck, eu não pensava no que consegui reunir de informações e depoimentos sobre Maradona. Lamentava por tudo o que fracassei. Não conseguira falar com Matías Morla, Leopoldo Luque ou qualquer das filhas de Maradona, especialmente Dalma, outra personagem fascinante.
Conseguira conversar por cinco minutos com seu irmão Hugo, mas ele pedira para desligar garantindo que atenderia o telefone no dia seguinte, o que não aconteceu. Nem nos que se seguiram.
Muitas lacunas permaneceram. Vestígios de histórias que não foram desenroladas, outras que ficaram incompletas. Mas seria possível ter uma fotografia completa de uma pessoa tão complexa e multifacetada quanto Diego Armando Maradona? Quanto tempo seria necessário para traduzir todo o mito em uma biografia completa?
É sintomático que nos meses seguintes apareceram várias obras sobre ele, mas que apenas se fixavam em uma de suas “personalidades”. O Diego frasista, o Diego que teve impacto cultural, o Diego político, o Diego transformador econômico.
Pessoas que conviveram com ele em trechos relevantes dos seus 60 anos de existência escreveram sobre o ídolo. Sempre em recortes, com uma determinada visão de Maradona, não com o cenário completo. Ter um panorama geral do que ele representou e tudo o que fez, para o bem e para o mal, seria trabalho hercúleo, de alguém disposto a doar anos do seu tempo, não sete dias. E alguém com energia, tempo e dinheiro para percorrer o mundo atrás das pegadas do mito. De uma forma diferente, Diego era como rei Midas, mas sem o ouro. Tudo em que ele tocava, se transformava em história.
Na avalanche de frases lembradas nos dias que se sucederam a 25 de novembro de 2020, havia uma em que ele dizia ser “um sujeito normal que, por ter feito um golaço nos ingleses que matavam os garotos na Argentina, todo mundo reconhece.”
O pensamento é ótimo. Não tão bom quanto o “Cristiano Ronaldo te faz um gol e em seguida te vende um shampoo”, mas excelente mesmo assim. Em parte, também, por ser mentirosa. Entre todas as coisas que Diego Maradona foi na vida, ser comum jamais esteve entre elas. Tinha plena consciência disso. Sabia o quanto era especial e como era capaz de tocar na vida das pessoas, especialmente seus conterrâneos argentinos, mas não apenas eles.
Dos treinadores que passaram pela carreira de Maradona, gostaria de ter conversado com Menotti, mas ele foi um dos que não atendeu ao telefone. Três anos antes, havia feito uma entrevista com ele, quando eu estava em Rosário, e sei que o campeão mundial de 1978 não havia gostado do resultado, especialmente da manchete que ressaltava sua frase de que Pelé havia sido o maior jogador da história. Queria ter conversado com Bilardo, mas sua condição física impedia qualquer contato.
Aí também existia uma armadilha. Diego parecia ter o poder de criar uma história pessoal com todas as pessoas que passaram por sua vida. Poderia ser um telefonema que acabou com as tendências suicidas de Pedro Monzón ou o convite para que Turco García o acompanhasse a Cuba e, com isso, também se afastasse dos problemas em Buenos Aires.
“Estávamos só eu e ele na primeira classe. Diego havia comprado todas as outras passagens para que pudéssemos viajar em paz”, relembrou quem anos depois foi brevemente dirigido por Maradona no Racing.
No saguão do Aeroporto de Ezeiza, o mesmo que havia recebido a seleção argentina de forma triunfal em 1986 e 1990, a imagem do Dez continuava presente.
Os quiosques de revistas exibiam todas as edições especiais em homenagem a ele. Um carregador de mala usava uma camisa pirata alviceleste com o nome do ídolo às costas.
“É menos do que nos dias anteriores. Tudo volta ao normal aos poucos”, constatou, citando as referências a Diego.
Será que Maradona temia ser esquecido? Isso justificaria o pedido para ser embalsamado e colocado em exibição pública. Algo tão esdrúxulo que foi ignorado pela família. Só isso justificaria tamanha vaidade.
Se o desejo existiu, era mostra de que ele estava desconectado do amor das pessoas, algo do qual sempre se orgulhou. As emissoras de TV continuariam a mostrar seus gols e as redes sociais perpetuariam suas imagens, frases e vídeos.
A morte não tornou Diego Maradona um santo e é certo de que ele odiaria ser visto como alguém sem pecados. Cometeu vários e da mesma forma que seus atos de generosidade seriam lembrados, os erros também. Às vezes até de forma potencializada. Quando Diego fazia o bem, era enorme. Mas quando fazia o mal, tornava-se maior ainda.
“Se você fosse amigo de Maradona, ele iria com você até o fim do mundo. Seria capaz de te defender mesmo sabendo que você está errado”, definiu Nery Pumpido.
É uma afirmação que, como tudo sobre Diego, é contraditória. Pode ser vista como duvidosa porque ele brigou com vários companheiros durante a vida e deixou-se influenciar por pessoas que não deveriam merecer sua confiança. Mas se alguém que gostava e tinha carinho lhe pedisse um favor ou precisasse de algo, poderia não haver fronteiras. Em 1989, na concentração argentina na fase final da Copa América, no Rio de Janeiro, quebrou a palavra dada a Bilardo de que daria menos entrevistas. Precisava atender a um pedido de Renato Gaúcho: falar com um repórter de TV.
O atacante brasileiro era grato ao jornalista e se achava em dívida com ele por ter ficado calado mesmo após ter flagrado Renato com uma funcionária de outro hotel, onde estava hospedada a seleção dirigida por Sebastião Lazaroni. Se aquilo viesse a público seria mais um escândalo na vida do jogador.
Sempre existiu uma dificuldade que me pareceu óbvia para um estrangeiro que se propunha a escrever uma obra como esta. Misturar depoimentos e histórias sobre Diego Maradona mas, especialmente, captar o que ele representou. Não apenas para o futebol, mas para a Argentina e seu povo. Este era o desafio maior por ser tão difícil de compreender. Um sentimento tão bonito quanto inexplicável, por fechar os olhos a defeitos óbvios do homem Maradona. Era tudo isso o que transformava a ideia deste livro ainda mais fascinante.
A TV no bar da área de embarque mostra imagens já exibidas centenas de vezes por aqueles dias. Vídeo em que Diego, muito gordo e ainda com problemas com a cocaína, dá entrevista para o apresentador Alejandro Fantino. Não dá para ouvir o que dizem, mas ele conta a história do “bidón de Branco”. Os participantes do programa caem na gargalhada. Há poucas pessoas sentadas ao balcão no aeroporto, bebericando alguma coisa, mas todas ficam com os olhos grudados na tela. Não conseguem ouvir nada mas riem pelo jeito que Diego fala. A mensagem que passa é a mesma vista no decorrer dos anos. Se Maradona sorri, os argentinos sorriem.
“Se morro, quero voltar a nascer e quero ser jogador de futebol. E quero voltar a ser Diego Armando Maradona. Sou um jogador que deu alegria às pessoas e isso me basta e me sobra”, ele havia definido, em declaração antiga reproduzida pelo diário Olé.
Ele era tão fascinante porque sabia como poucos na história do futebol fazer com tanta naturalidade a passagem do herói para o anti-herói. O defensor do povo e o amigo de políticos. O mão aberta com amigos e aquele muito preocupado com dinheiro. O sujeito que dividiu sua existência com mulheres e depois conviveu com denúncias de violência do gênero. Mesmo em toda a avalanche emocional que sua morte causou, as denúncias feitas contra ele foram lembradas.
A TV mostra o gol contra os ingleses. O segundo, a jogada do século. O jogo que foi a verdadeira final mundial de Diego, o lance que resistirá a qualquer prova do tempo e viverá pela eternidade.
Enquanto espero a chamada do meu voo, suspeito que ele dizer ser apenas um sujeito comum é artifício para reafirmar que poderia ser qualquer coisa, menos aquilo. Quando Messi marcou gol parecido pelo Campeonato Espanhol, Maradona foi um dos primeiros a lembrar que o seu foi pelas quartas de final da Copa do Mundo. Mais relevante, claro. Ao ser chamado de “mufa” por Humberto Grondona, fez editorial em seu programa “De Zurda”, transmitido pela TeleSur durante a Copa de 2014. Ele estava no Mineirão na partida de Argentina e Irã e foi embora pouco antes do apito final, com o placar em 0 a 0. Messi anotou o gol da vitória em seguida.
Em noitadas na Rússia, em 2018, convidou jornalistas amigos a irem com ele fazer uma visita a Bielorrússia, no meio do Mundial.
Isso é coisa de quem sabe ser fora de série, não “comum”. A vida de um jornalista não deixa de ser procurar histórias de pessoas ordinárias que fizeram coisas extraordinárias. Mas e quando uma pessoa excepcional protagoniza feitos excepcionais?
Na demorada fila para entrar no avião, naquela mania que se espalha entre os passageiros de ficar de pé mesmo sabendo haver lugares para todos e que o embarque é dividido por fileiras, entrei no YouTube. Um dos vídeos em destaque era corte de La Noche del Diez em que, por um efeito de vídeo, Diego Maradona entrevista Diego Maradona. É, de longe, o momento mais interessante de todos os episódios do breve programa apresentado por ele.
“O futebol me deu fama, me deu dinheiro, me deu felicidade, me deu o povo, me deu afeto, me deu carinho”, explica o Maradona entrevistado para o Maradona entrevistador.
Tudo aquilo era roteirizado, claro. Mas visto 16 anos depois, fica ainda melhor. Principalmente quando Diego Maradona pergunta a Diego Maradona o que Diego Maradona diria a Diego Maradona após sua morte.
“Gracias por haber jugado el fútbol. Gracias a la pelota”, definiu.
Assim como está escrito em sua placa no cemitério de Bella Vista, que naquela noite de quarta-feira, enquanto eu voltava para o Brasil, estava iluminada.
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Bibliografia, documentários e programas de TV
Bibliografia
BALAGUE, Guilem. Maradona: The boy. The rebel. The God. Weindelfed & Nicolson, 2021.
BALAGUE, Guilem. Messi. Orion Publishing, 2014.
BARNADE, Gustavo Ruben; DEJTIAR, Gustavo. 1986 – La verdadera historia. Editora Planeta, 2013.
BILARDO, Carlos Salvador; WERNICKE, Luciano. Doctor y campeón. Planeta, 2014.
BURGO, Andrés; Gantman, Marcelo. Diego dijo. Distal SRL, 2005.
BURGO, Andrés. El partido. Tusquets Argentina, 2016.
BURGO, Andrés; WALL, Alejandro. El último Maradona: cuando a Diego le cortaran las piernas. Aguilar, 2014.
BURNS, Jimmy. Barça: a people’s passion. Bloomsbury Publishing, 2009.
BURNS, Jimmy. Hand of God. Bloomsbury Publishing, 2010.
CAJG, Nicolás Emiliano; LÓPEZ, Néstor. Bilardo-Menoti: la verdadera historia. Editora Planeta, 2020.
CAMAGGIO, Renato; CARMANDO, Salvatore. Carmando, le mani su D10S. Edizione Graf, 2015.
DAVIES, Pete. One night in Turin. Yellow Jersey, 2010.
DE ABREU, Allan; PETROCILO, Carlos. O delator – A história de J. Hawilla, o corruptor devorado pela corrupção no futebol. Record, 2018.
DINI, Vittorio; NICOLAUS, Oscar. Te Diegum – Maradona: genio y transgresión. Sudamericana, 2001
DISTASIO, Nicolás. Él es Passarella. Editora Planeta, 2013.
ERIKSEN, Lars; GIBBONS, Mike; SMYTH, Rob. Danish Dinamyte: The story of the football’s greatest cult team. Bloomsbury Sport, 2014.
FACCIO, Leonardo. Messi. Vintage Español, 2012.
FERRER, Julio. D10S, Miradas sobre el mito Maradona. Octubre, 2020.
GRABIA, Gustavo. Assalto al Mundial: barra bravas, política y negócios, la historia negra de las hinchadas argentinas en la Copa. Editora Sudamericana, 2018.
GRABIA, Gustavo. La Doce: la verdadera historia de la barra brava de Boca. Editora Sudamericana, 2011.
HORSFIELD, Stuart. 1982 Brazil: The glorious failure. Pitch Publishing, 2020.
INSUA, Patricio. Aunque ganas o pierdas: diez partidos inolvidables de Argentina en los Mundiales. Alfaguara, 2014.
LARRÁN, Diego Barceló. Gracias, Maradona: la persona, el jugador, la leyenda. Sawarcanda, 2019.
MARADONA, Diego Armando. México 86. Mi Mundial, mi verdade: así ganamos la Copa. Editora Sudamericana, 2016.
MARADONA, Diego Armando. Yo soy el Diego de la gente. Editora Planeta, 2004.
MOLINA, Fernando; SIGNORINI, Fernando; WERNICKE, Luciano. Diego desde adentro. Editora Planeta, 2021.
MOLINERO, Cune; TURNER, Alejandro. El último Mundial. Editora Planeta, 2020.
MOORES, Ezequiel Fernández. Juego, luego existo: escribir el deporte. Editora Sudamericana, 2019.
PAGANI, Horacio. Seis viajes a la luna: estádios rings y pistas. Aguilar, 2016.
PALERMO, Martín. Titán del gol y de la vida. Editora Planeta, 2013.
TRELLINI, Piero. La partita – Il romanzo di Italia-Brasile. Mondadori, 2019.
Documentários
1986, LA HISTORIA DETRÁS DE LA COPA – Direção: Christian Rémoli, 2016.
AMANDO A MARADONA, Diretor: Javier Martin Vázquez, 2007.
DIEGO MARADONA, Diretor: Asif Kapadia. HBO, 2019.
DIEGO MARADONA – VIDA, PALABRAS Y GOLES – Direção: Miguel Rodríguez Arias, 2004.
HERO – THE OFFICIAL FILM OF XIII WORLD CUP, Direção: Tony Maylam, 1986.
I MITI DEL CALCIO – MARADONA – Direção: Lorenzo Garzella, 2005.
I MITI DELLO SPORT – MARADONA – Direção: Ciro Maria Capone, 2002.
LOS 120 MEJORES GOLES DE DIEGO – Logos Video Entertainment, 2005.
MARADONA ANTHOLOGY, 10 DVDs, 2001.
MARADONA BY KUSTURICA – Direção: Emir Kusturica, 2008.
MARADONA, EL PIBE DE ORO – Direção: Charles Esor e Jérémie Portal, 2019.
MARADONA EN SINALOA – Direção: Angus Macqueen, 2019.
SOCCER SHOOT-OUT: THE OFFICIAL FILM OF 1990 FIFA WORLD CUP ITALY – Direção: Mario Morra, 1990.
TUTTO MARADONA, Diretores: Gianni Ubaldo Canale e Paolo Rossi, Logos Video Entertainment, 1992.
WHAT KILLED MARADONA? – Direção: Nick Clarke Powell, 2021.
Programas de TV
60 VECES DIEGO, DeporTV, 2020.
90 MINUTOS DE FÚTBOL, Entrevista de Maradona, Fox Sports Argentina, Outubro de 2019.
DIEGO ETERNO, C5N, exibido em 28.11.2020.
EL BUENO, EL MALO Y EL DIEGO, History Channel, 2020.
EL EQUIPO DE PRIMERA, Participação de Maradona, TyC, 2001.
EL RAYO, Matéria com Maradona, América TV, 1998.
ESPN FC, Entrevista de Maradona a Miguel Simón, ESPN Argentina, 2018.
FÚTBOL 90. ESPN Argentina. Programa de 25/11/2020.
FÚTBOL CLUB MARADONA, Movistar Plus, 2019.
HAND OF GOD, ITV, 2016.
LA LUNA, Entrevista de Maradona a Jorge Lanata, América TV, 2001.
LA NOCHE DEL DIEZ, Apresentação de Maradona, El Trece, de agosto a novembro de 2005.
MAÑANAS INFORMALES, Participação de Maradona, El Trece, 2007.
MARADONA 10x10, TyC, 2019.
MARADONA CONFIDENCIAL, National Geographic, 2018.
SHOWMATCH, Participação de Maradona, El Trece, 2007.
SIN CASSETE, Diego Maradona a Cuba, TyC, 2005.
TODO SOBRE DIEGO, TNT Sports, 2019.
WHEN LINEKER MET MARADONA, BBC Two, 2006.
Curtas-metragens - Ficção
LA MANO DE DIOS, Direção: Rodrigo Triana, 2012
Longas-metragens - Ficção
EL CAMINO DE SAN DIEGO, Direção: Carlos Sorín, 2006.
EL OTRO MARADONA, Direção: Ezekiel Luka e Gabriel Amiel, 2013.
Podcast
NO CABARÉ DE BLAS GIUNTA Episódio 28: “Aquele do aniversário do Maradona, 60” – 30 de outubro de 2020.
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Com isso, encerra-se este livro.
Lembrando que esta é uma obra copyleft, que você pode ler de graça e pagar o quanto e se achar que ela vale. O pix é sabinoalex1975@gmail.com


Adorei o livro. Sou muito fã do Maradona.
Compete com o Messi como melhor do mundo.
Ótimo texto. Parabéns.